quarta-feira, 15 de junho de 2011

Este texto é dos melhores registos de língua portuguesa que eu tenho lido sobre a nossa digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira

Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:
 
- Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante  ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa?



 

O candidato respondeu:

- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito  baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.


De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e 'atira':

- Senhor postulante, aspirante ou candidato: (hic) o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro num estado etílico, alcoolizado ou mamado (hic), não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasca (hic). E com todo a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) os seus haveres, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe biológica ou à puta que o pariu!

Parar ou abrandar!!!!!!!

Um advogado conduzia distraído quando, num sinal de STOP, passa sem
parar, em frente a uma viatura da GNR.

GNR: - Ora muito boa tarde. Documentos e carta de condução, fáchavor...

Advogado: - Mas por quê, Sr Guarda?

GNR: - Não parou no sinal de STOP, ali atrás.

Advogado: - Eu abrandei, e como não vinha ninguém...

GNR: - Exactamente... Documentos e carta de condução, fáchavor...

Advogado: - Você sabe qual é a diferença jurídica entre abrandar e parar?

GNR: - A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP, deve-se
parar completamente. Documentos e carta de condução, fáchavor...

Advogado: - Ou não, Sr Guarda. Eu sou advogado e sei das suas
limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte:
Se você conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e
parar, eu mostro-lhe os documentos e você pode multar-me. Senão,
vou-me embora sem multa.

GNR: - Afirmativo, concordo... Pode fazer o favor de sair da viatura,
Sr. Advogado?
O advogado desce e então a patrulha da GNR saca dos cacetes, e aquilo
é porrada que até ferve, para cima do Advogado. Socos pra tudo quanto
é lado, lambadas, biqueiradas nos dentes...
O advogado grita por socorro, e implora para pararem.

E o GNR pergunta:
- Quer que eu pare ou que abrande...!?

Advogado: - PARE!... PARE!... PARE!...

GNR: - Afirmativo, Documentos e carta de condução, fáchavor...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

esta é a solução!!!!

Um casal está comemorando o 60º aniversário de casamento, com um jantar em um pequeno restaurante no campo. O marido se inclina e pergunta para a esposa:

- Meu bem, você se lembra da nossa primeira vez, há sessenta anos atrás? Nós fomos para a parte de trás do restaurante,você se apoiou na cerca e...

- Eu lembro muito bem. - responde ela.

- O que você acha de repetirmos agora, em louvor aos velhos tempos?

- Oh, você é um sátiro, mas parece uma boa idéia!

Um policial sentado ao lado ouve a conversa e pensa:
Essa eu não posso perder:
Tenho que ver os coroas fazendo sexo, lá na cerca.

Eles saem e caminham até lá, se apoiando um ao outro, ajudados por bengalas.

Chegam à cerca, a velha senhora ergue a saia, tira a calcinha, o coroa baixa as calças.
Ela se agarra na cerca e começam a fazer sexo. De repente, explodem no sexo mais furioso que o policial já tinha visto na vida.
Repetem dezenas de vezes.
Ela grita, ele agarra os quadris dela, furiosamente.
O sexo mais atlético possível e imaginável.
Finalmente caem exaustos no chão e depois de mais de meia hora deitados se recuperando, os dois se levantam, apanham as roupas
espalhadas e se vestem.
O policial, ainda perplexo, toma coragem, se aproxima do casal e pergunta:
- Vocês devem ter tido uma vida fantástica! Como vocês conseguem? Qual é o segredo dessa performance ideal?

- O velhinho com os cabelos assanhados e cara de estar em outro mundo responde :

Sei lá...... Sessenta anos atrás essa cerca não era elétrica...

 

 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Anedota para Psicólogos - he he!

Um paciente vai ao consultório de um conhecido psicólogo e conta-lhe o
seu problema:

- Todas as vezes que estou na cama, acho que está alguém de baixo da
cama. Nessa altura eu vou para baixo da cama, para ver, e
acho que há alguém em cima da cama. Para baixo, para cima, para baixo,
para cima. Estou a ficar maluco doutor!
- Deixe-me tratar de si durante dois anos - diz o psicólogo. Venha
três vezes por semana, e eu curo esse problema.
- E quanto é que eu vou pagar por cada sessão? - pergunta o paciente.
- 80 euros por sessão - responde o psicólogo.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles encontram-se na rua.

- Então porque não apareceu no meu consultório? - pergunta o psicólogo.
- 80 euros a consulta, três vezes por semana, dois anos = 12.480
euros, ia ficar-me muito caro. Além disso encontrei um sujeito
num bar que me curou por 20 euros.
- Ah é? Como? - pergunta o psicólogo.
O sujeito responde:
- Por 20 euros ele cortou os pés da cama...

*Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples!
Pense numa solução em vez de ficar focado no problema.

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